Os juros a 10 anos exigidos a Portugal ultrapassaram os 6%, um valor próximo do que era exigido à Grécia um mês antes de recorrer à ajuda internacional

O recurso ao pacote de financiamento externo da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI) é visto por um número crescente de economistas, banqueiros e empresários como uma hipótese – e alguns casos uma inevitabilidade.
Na sexta-feira, a taxa de juro a 10 anos pedida a Portugal ultrapassou os 6%, ficando apenas a escassas décimas do máximo fixado em Maio, no auge da crise grega. Este é também um valor na casa do exigido à Grécia apenas um mês antes do país ser obrigado a recorrer à UE e FMI.

Na semana passada o Governo negou com veemência quaisquer dificuldades na gestão das contas públicas. Contudo, as palavras de José Sócrates e Teixeira dos Santos não convenceram nomes como Ernâni Lopes, Alberto de Castro, Esmeralda Dourado ou António de Sousa.

Fonte: Negócios

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2016-12-01T15:39:16+00:0020/09/2010|Categorias: Portugal|0 comentários
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