A Frezite nasceu no final da década de 70, começando como uma empresa de fabrico de equipamentos de corte para madeiras.

José Fernandes Administrador da Frezite

Área de negócio Engenharia industrial no sector da metalomecânica e metalurgia de alta precisão
Nº de trabalhadores 350 (200 dos quais em Portugal)
Volume negócios em 2009 27 milhões de euros

A Frezite nasceu no final da década de 70, começando como uma empresa de fabrico de equipamentos de corte para madeiras. O negócio foi evoluindo, trabalham também para o sector metais, dos moldes, criam soluções para a área da construção e estão agora a entrar nos equipamentos para o sector das energias renováveis.

Passados todos estes anos, a Frezite pode dizer que é uma das cinco empresas mais importantes a nível mundial no fabrico de ferramentas de corte. Tem sucursais com matriz industrial no Brasil, Espanha, Reino Unido e sucursais mais voltadas para a engenharia e serviços na Alemanha, República Checa, França e estão também agora a apostar no México. Na sua lista de clientes constam empresas do ramo automóvel e aeroespacial de vários locais do mundo. Tudo isto só foi possível porque a palavra inovação há muito que faz parte do vocabulário diário da empresa.

“Funcionamos com a cultura da inovação”, diz José Fernandes, presidente e fundador da empresa. “A inovação é um factor dinâmico da empresa. Ninguém pode viver sem se diferenciar em relação à sua concorrência.” Não criaram nenhum gabinete específico dentro da empresa para coordenar a inovação e José Fernandes diz que a estratégia tem mostrado frutos. Mas a inovação não parte só da iniciativa interna, surge também dos desafios lançados pelos clientes.

“Cerca de 85% da nossa actividade são soluções à medida do cliente. Eles dizem o que querem produzir e nós indicamos o melhor”, explica José Fernandes, acrescentado que a colaboração com diversas universidades e instituições é também um factor fundamental em todo o processo inovador. “O mercado dá-nos inputs, nós vemos oportunidades, vemos áreas onde podemos inovar e, depois, escolhemos o parceiro com quem queremos trabalhar.”

Foi o caso do INESC-Porto, com quem têm trabalhado no desenvolvimento de soluções no âmbito da informatização e das tecnologias de informação que suportam os equipamentos de produção.

Fonte: Negócios

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2016-12-01T15:39:11+00:00 25/11/2010|Categorias: Portugal|0 comentários
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