Em períodos de crise, muitas empresas eliminam alguns dos seus controlos, diminuem a supervisão e focam-se nos “fogos” de curto prazo. Não corra riscos desnecessários.

Só com um controlo apertado se manterá nos carris e evitará quebras de produtividade e o insucesso. Concentre-se no que é importante:
1. Riscos de negócio – Conheça-os, classifique-os e faça a sua gestão atendendo aos objectivos estratégicos a atingir. Não hipoteque o médio e longo prazo pelo curto prazo;
2. Tenha uma estratégia – Desenhe, implemente e controle duas ou três estratégias de mercado. Siga-as à risca. Saia da crise gerindo os proveitos;
3. Plano de contingências – Estão sempre na lista de prioridades, mas, por norma, não são concretizados. Assegure que o seu está divulgado e é operacional. Se as circunstâncias o exigirem, será a sua bóia de salvação;
4. Segurança da informação – Tenha esta preocupação na sua agenda (espionagem industrial, informação confidencial);
5. Governance – Tem controlo sobre as operações da sua empresa? Mede a performance e avalia os responsáveis chave da sua organização? Adopte estratégias “sustentáveis”, “responsáveis” e “verdes”;
6. Ética e integridade – São valores que lhe darão a reputação e a credibilidade necessária em períodos em que os activos tangíveis perderam grande parte do seu valor;
7. Controlo de custos – Não confundir com redução de custos. Reduzir custos só por si retira capacidade de acção. Controlo de custos significa rigor e responsabilização e tem o mesmo efeito sobre a tesouraria;
8. Qualidade da informação de gestão – Avalie a qualidade e plenitude da informação de Gestão. Esta é o melhor instrumento para a tomada de decisões relevantes;
9. Programas anti-fraude – A crise aguça o apetite. Seja preventivo e evite dissabores futuros;
10. Sistemas de informação – Poucos outros investimentos permitem retornos tão seguros e elevados. Investir em sistemas de informação é aumentar a eficiência e a qualidade de informação de gestão e poder implementar a tão famosa gestão “just in time”;
11. Transforme colaboradores em “parceiros de negócio” – Divulgue os objectivos da organização e atribua maiores responsabilidades aos colaboradores, mas implemente uma política de rigor e partilhe o risco de negócio. Implemente sistemas de avaliação justos e partilhe riscos e resultados (lucros);
12. Gestão de processos – Implemente uma estratégia de melhoria contínua. Audite os processos críticos e identificará áreas de melhoria. Oiça os “donos”dos processos, implemente as suas sugestões e verá a produtividade subir em flecha. Envolva os seus colaboradores na gestão dos processos de negócio.

Fonte: Oje

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2010-10-29T12:21:12+00:0029/10/2010|Categorias: Geral|0 comentários
error: Segurança, acima de tudo! ;)