O FMI começou os trabalhos com a Irlanda para debater o plano de ajuda financeira. A instituição financeira quer impedir que o sistema bancário irlandês entre em colapso. Está previsto um empréstimo de cem mil milhões de euros para equilibrar as contas do estado.

Depois da resistência inicial do governo irlandês à ajuda do Fundo Monetário Internacional, este admitiu precisar de ajuda. O governo avisa que o acordo final para resolver a dívida do país pode demorar uma semana.

Um dos pontos que Irlanda diverge é no aumento da taxa de imposto de 12,5 por cento, afirmando que “não é negociável”. Esta reacção surgiu esta semana, após Alemanha e França terem sugerido o aumento em troca de ajuda.

O presidente do Banco Central da Irlanda afirmou ao canal de televisão irlandês RTE que “a intenção e a expectativa, tanto da parte do governo como da minha, são que as negociações serão efectivas e será disponibilizado um empréstimo”.

A agência de notação financeira Fitch informou esta sexta-feira que a sua avaliação ‘A+’ para a dívida  soberana da Irlanda se baseia no compromisso de consolidação orçamental  assumido pelo Governo irlandês.

Segundo a Fitch, este ‘rating’ baseia-se ainda na liquidez apresentada  pelo país, na melhoria das suas contas externas e nas medidas tomadas pelo  Executivo para reestruturar o sistema bancário irlandês.

A agência avisa ainda que o governo irlandês deverá acordar “num futuro próximo”  um pacote de apoio financeiro externo com União Europeia e o Fundo Monetário  Internacional, a fim de assegurar apoios financeiros para o sistema bancário.

Fonte: Correia da Manhã

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2010-11-19T22:44:33+00:00 19/11/2010|Categorias: Internacional|0 comentários
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