O sector continua em crise, com obras públicas adiadas e dívidas por pagar. Desde 2007 registaram-se 3.900 falências, embora ninguém saiba, ao certo, quantas sociedades desapareceram.

O sector da construção perdeu nos últimos três anos, por falência, 3.900 empresas. Um número que dá 3,5 sociedades falidas por dia.

Segundo adiantou ao Negócios Reis Campos, presidente da Confederação da Construção e Imobiliário, este valor tem sido a referência utilizada no mercado, mas deve estar muito abaixo dos valores verdadeiros. O sector foi gravemente afectado pela crise, sobretudo no que diz respeito às obras públicas e privadas, com a vertente residencial a cair a pique e sem perspectivas de recuperação.

Na última nota de conjuntura da Fepicop (Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas), de Agosto, a procura de edifícios residenciais, que foi um dos pilares do sector, “mantém quebras acentuadas face a 2009, ano em que registou a redução mais significativa da série analisada (-36%)”.

Fonte: Negócios

Comentários

comentarios

2010-09-28T19:50:31+00:00 28/09/2010|Categorias: Portugal|0 comentários
error: Segurança, acima de tudo! ;)